domingo, 27 de novembro de 2005

Uma descontração


Pra animar isso aki, e descontrair um pouco, uma fotinha, estilo fotolog msm.
Tirando minha kra feia (de sempre), não parece que minha tia e eu pescamos minha mãe?
kkkkkkk.... um final de semana em Anchieta.

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Desculpas esfarrapadas

Vim aqui para inventar alguma coisa capaz de explicar minha ausência.
Mas na verdade, o que fiz (ou deixei de fazer, para ser mais exata) não tem explicação.
As coisas foram acontecendo e eu não tive tempo nem para pensar direito. Caí de pára-quedas.
Mesmo com tanta correria, fui chegando de vagar e fiquei. Fiquei atarefada, cansada, preguiçosa... Já estou quase maluca, mas muito gripada.
Parece que esqueci que existem outras coisas na vida além do meu trabalho. Meus estudos, por exemplo. Por que eu praticamente os abandonei???
Estou sem tempo.
Sem tempo para tomar vergonha na cara e largar as coisas que não são boas pra mim. Acho que são as más influências... Más influências de quem? Ou da onde? Talvez, do quê?
Não, não existem desculpas, nem explicações.
Existem fatos, e os fatos dão conta do recado.
Um fato é que já estou cansada de ir à Ufes a toa. Digo a toa porque às vezes o professor não comparece, e sem avisar, mas quando ele vai, não tem aula (é, porque alguns professores fazem de conta que dão aula).
Acho que posso resumir bem meu desânimo: um período sem sal, que tinha tudo para ser O PERÍODO, mas que só me decepcionou. Do início ao "quase fim".
É, acho que estou chegando ao final... Ao final de um momento de êxtase e de deslumbramento com muitas coisas, com algumas pessoas, com alguns fatos.

E pra fechar vou citar alguém. Um alguém que tem embalado meu caminho até a Universidade e até o trabalho, que me tem feito viajar e pensar muito nos últimos dias. É ela: Ana Carolina.

"Eu quero uma Lua plena, eu quero sentir a noite... agora eu vou viver!!!... Eu quero se ruma tarde gris, quero que a chuva corra sobre o rio. O rio que por ruas corre em mim, as águas que me querem levar tão longe...." - Uma louca tempestade.

Na verdade, preciso que uma louca tempestade venha de encontro a mim. Quem sabe assim consigo dar um novo movimento à minha vida?

sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Entre um gole e outro

Ontem fui a um evento interessante.
No ambiente havia alguns estandes de degustação de cachaça.
Eis que surge um colega apreciador da arte de fazer água ardente, um verdadeiro degustador, diga-se de passagem. Mas como devem ser chamadas as pessoas que apreciam a boa cachaça?
- “Cachacistas” – afirmou ele.
Engraçado, eu chamaria de cachaceiro.
_*_*_
Após algumas voltas, paramos em uma das mesas para degustarmos uma purinha. O fabricante logo mandou abrir a especial - envelhecida, coisa fina. Provamos, e no meio daquela excitante tarefa de cheirar a pinga antes de bebê-la (e antes de sentir queimar desde a garganta até o estômago), o empresário fez questão de frisar que ele era o único no estabelecimento que fabricava "cachaça e água ardente... porque são duas coisas diferentes!". Na verdade, até agora não entendi muito bem qual é a diferença. Pra mim, é tudo a mesma coisa... Pinga, cachaça, água ardente, branquinha, mé, purinha, etcs.
Na vitrola --> Spoiled - Joss Stone