quinta-feira, 24 de abril de 2008

Vai seguindo

E o tempo vai passando.
Hora de vagar...
Hora depressa demais.
Isso me deixa ansiosa.

_*_*_

Estou feliz no que estou fazendo.
Mas algumas coisas ainda me incomodam.
A ignorância me incomoda.
Ah! E a burrice também.

_*_*_

Queimação no estômago.
São os sintomas do estresse.
Já falei sobre isso: menos Katarine, menos.
Mas a modernidade não me deixa relaxar.

_*_*_

Quer saber?
Vou ler um livro!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Cada caso é um caso

Tinha prometido a mim mesma que não falaria sobre isso, mas não dá. É impossível não comentar sobre o assunto. Os jornais e as TV's me fazem lembrar, e até os blogs que eu visito.
A Teresa quis apostar que se um avião caísse hoje, os jornais deixariam de falar sobre o caso Isabella Nardoni.
Bom, disse que não apostaria com ela, e tentei explicar porque.
Então resolvi postar minha teoria sobre a repercussão que a morte da menina de 5 anos tomou na imprensa brasileira.

Eis meu comentário:

"Com minha pequena vasta experiência em polícia (afinal, trabalhei e trabalho em mídias em que a Polícia é o carro chefe - e agora trabalho literalmente na editoria de polícia) digo que realmente, existem várias, centenas de mortes diariamente em todo o país. E nem em todas elas a mídia dá tanta repercussão.
Mas vou enumerar alguns motivos para isso:

1- O crime foi bárbaro;
2- Contra uma criança;
3- A família é de classe média;
4- O pai e a madrasta da menina são os acusados;
5- O homicídio já está banalizado nas periferias, e já não causa tanta comoção nas pessoas, uma vez que geralmente é cometido contra jovens e adultos envolvidos com o crime.

Por isso, infelizmente, casos como o de Isabella causam tanta comoção nas pessoas e tomam a proporção que têm hoje.

É um saco ir dormir depois de ver um Fantástico inteiro em que todos os blocos falavam sobre o assunto, que trouxe uma entrevista com os pais da menina (que não me enganaram por sinal), e no café da manhã do dia seguinte ligar a TV e ver Ana Maria Braga falando as mesmas coisas ditas na noite anterior.
Infelizmente, fatos como esse dão Ibope. E, mais do que esperar que o caso seja solucionado, as emissoras e os jornais querem mesmo é vender, chamar atenção.
E esse é o 6º motivo para o assunto já ter virado novela nos jornais, e a cada dia ser dado um novo capítulo: Casos como o crime do Edifício London vendem jornal, dão Ibope.

Bom, não vou apostar, mas garanto que a Isabella ficaria sim, um pouco esquecida (caso caísse mais um avião em São Paulo), mas eles não deixariam de falar sobre ela, afinal, as pessoas ainda querem saber (será mesmo?) que fim isso terá.
Se é que haverá um fim".

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Menos, bem menos!

Minha vida anda assim, meio, digamos corrida.
Estou cansada. Um pouco fisicamente, mas muito e muito mentalmente.
Tudo tem sido estressante.
Estou me esforçando para não ser tão ansiosa.
Meu refluxo está atacado.
Isso é um aviso: menos Katarine, menos.
E é isso: quero menos pra minha vida, tipo aquela propaganda (que é ótima por sinal) das Hawaianas.
Quero menos ansiedade e contas para pagar,
Menos estresse no trabalho,
Menos tristeza e mais alegrias,
Menos noites em claro,
Menos um chefe chato no ouvido,
Menos barulho dentro de casa (obras, ai meu Deus, Obras!)
Menos matérias tristes (bom, isso é quase impossível, já que trabalho na editoria de polícia...)
Menos horas extras (se me pagassem todas...)
Menos falta de tempo para mim...
Enfim, quero menos, BEM menos!

Quer saber? Desejo o mesmo pra cvs!!! (ainda parafraseando a propaganda!!)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Viver a cada amanhecer

Porque a vida é bem simples.
Basta sabermos vivê-la.
Sem palavras amargas, sem lamentações, egoísmos e inveja.
Porque, como alguém já disse por aí:
"A vida é bela e precisa ser vivida".
E que precisamos "Viver e não ter a vergonha de ser feliz".
Vergonha de ser o que somos.
De fazer o que queremos.
De amar e de ter amigos.
Porque somos nós que complicamos o que parece ser bem simples.
VIVER!
Viva, mas viva cada dia. Com amor e esperança.







*Uma pitada de inspiração nas palavras da Kari, que adora botar sentimentos e reflexões pra fora.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Verde, cor de esperança!

Estávamos Beto e eu conversando sobre nossas incertezas e desafios do futuro quando de repente ela entrou.
- Amor! Um mostro!
- Hahaha... Não é monstro, é uma esperança.
- Ai, que lindo! É mesmo, uma esperança... Mas pra mim continua sendo um monstro, como todos os insetos!!
- Hehehehe...
- Ai, eu NÃO vou dormir com esse monstro no meu quarto!
- Ih amor, nada a ver. Ela não faz nada.
- Ahhhhhhhhh você vai ter que tirar ela daqui! Mas cuidado pra não machucar ela.

Vinte minutos e vááááárias tentativas depois...

- Ai, fecha tudo! Assim ela não entra mais.
- Pronto! Agora ela se foi!
- Que lindo! Meu herói!

Imaginem a cena: dois marmanjos, um tentando pegar um inseto verde, com pernas finas e enormes usando uma vassoura, e a outra, se escondendo debaixo do edredom e correndo de um lado para o outro para não ser alcançada pela pobre esperança, que veio fazer apenas uma visita e trazer uma mensagem de coragem, rs.
Fiquei pensando nisso depois. Era final de noite de domingo. Nós dois conversando sobre nossos momentos no emprego, as dificuldades, o casamento. E assim, de uma hora para outra, uma 'esperança' entra dentro do quarto.
Tudo bem que eu a expulsei da minha casa, rs. Mas ela ainda é um inseto! E eu ODEIO insetos. Ela era até bonitinha, mas não, definitivamente eu não ia dormir com ela. Juro que não! Hehehehehe....
Mas a visita dela mexeu comigo. E pensei muito sobre isso o resto da noite. Será esse um bom sinal?


*Micareta - Você já foi a uma?
Eu já tinha ido. Em pelo menos duas. Mas nenhuma delas porque queria realmente ir. Bom, na verdade, em uma, se tivesse $$ e tempo, até teria pago. Mas foram as duas por acaso. E no último sábado fui novamente, e outra vez, por acaso.
A primeira ganhamos o abadá para camarote, show da banda Cheiro de Amor e Alexandre Peixe. É, até que não foi tão mal, afinal, não estávamos na muvuca. A segunda, foi show de Ivetão, mas nessa fui à trabalho. Fiquei 20 minutinhos, mas foi 10. E sábado, bem, Beto ganhou abadás para pista no show do Asa de Águia. Decidimos ir. Por que não?
Chegando lá, pessoas bêbadas, animadas... Entramos.

- Bê, pra que lado fica o palco?
- Não é palco linda, é Trio Elétrico.
- Ah!

Deu para perceber que não sou assim, uma micareteira, rs. Mas em poucos minutos pude aprender tudo sobre uma festa dessas.

O que não pode em uma micareta:
- Ter educação (essa aliás, é proibida assim como entrar armado!)
- Ficar sóbrio (quem não bebe, não se diverte, nem pula em cima dos outros, nem se agita...)
- Pedir licença e desculpas

O que pode:
- Sair igual a um doido empurrando e carregando todo mundo (isso também serve para as mulheres);
- Jogar latinha pra cima cheia de cerveja, ou rodar a mesma jogando o que tiver dentro em cima dos outros;
- Jogar fumaça de cigarro na cara dos colegas;
- Dar muitos, mas muitos pisões nos pés desavisados;
- Empurrar sem dó nem piedade e não pedir desculpas;
- Jogar cerveja nos vizinhos de m²,
- Passar a mão na perna, na bunda de todos;
- Etc...

Bom, não foi assim, um show dos melhores que eu já fui, mas depois que ficamos perto do camarote melhorou um pouco. Perdi as contas de pisões e empurrões que levei - se não fosse Beto, eu teria caído várias vezes. E sem contar com os banhos de cerveja e a queimada que levei na perda porque uma infeliz estava fumando do meu lado e me queimou com a ponta acesa do cigarro. Afff...
Sei que não é muito diferente, mas ainda prefiro uma balada bem animada em uma boate, ouvindo musica eletrônica e black music.

*1º de Abril
A data é conhecida pelas mentiras - não sei de onde nem porquê disso. Poderia fazer alguma piadinha e coisa e tal, mas vou aproveitar para pedir às pessoas que não passem trotes para Polícia, Corpo de Bombeiros e Resgate. Isso é muito feio, e pessoas que realmente estejam precisando, podem ficar sem socorro.