sexta-feira, 27 de junho de 2008

Entre tijolos, paredes, tintas e emoções

Hoje faltam exatamente 3 meses para o casamento.
TRÊS!
Chega até a dar um frio na barriga...
A cada dia, novas decisões, novos desafios.
Sabe, existem pessoas que não têm o sonho de se casar, construir família, coisas desse tipo.
Talvez essas pessoas estejam certas, afinal, cada um tem o direito de escolher o próprio caminho, de seguir sozinho.
Mas olha, essa sensação que estou sentindo, essa emoção que se torna maior a cada dia, a espera, a preparação (para a vida a dois, para o sacramento que vamos receber, para a cerimônia, para a festa, para a casa) tudo isso é muito, muito importante e eu juro, desejaria tudo isso que estou passando (mesmo as angústias e as dúvidas) para todos.
É muito bom!
É ir dormir e pensar que daqui a alguns dias uma pessoa vai estar ao meu lado, que vou poder dormir abraçadinha com ele, e que vamos acordar dando um beijo de bom dia com a cara amassada... Coisas simples assim.
Às vezes pe pego pensando nessas coisas.
Sem contar com a alegria que é chegar depois de um dia estressante de trabalho e ir correndo ver como ficou a casa depois de mais um dia de obras...

Enfim, queria dizer que estou muito feliz, e que me emociono a cada novo tijolinho no lugar, a cada cerâmica colada e rejuntada. A fase da construção está acabando e amanhã o pintor vem dar o orçamento.

PINTOR! Gente!! Vamos começar a fase final já na próxima semana!!
Estou muito feliz, e queria dividir essa alegria com vocês!


sexta-feira, 20 de junho de 2008

"Era uma casa...

... muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada"


A cada dia minha casinha fica com mais cara de casa.
Tá certo que ela já era uma casa antes de começar a reforma, mas depois de tanto quebra-quebra, muda uma coisa aqui, coloca outra ali, aos poucos tudo vai se ajeitando e a casa em que cresci e fui criada vai se transformando e dando lugar à casa que Beto e eu planejamos.
Tudo bem que tivemos que mudar algumas coisas do 'projeto' inicial, rs. Como uma coluna encontrada no meio do buraco onde faríamos um detalhe na sala, a impossibilidade de fazer rebaixamento de gesso, já que o teto já é muito baixo - detalhe: íamos rebaixar nosso quarto porque o ventilador de teto ia ficar fora de centro, mas se fizéssemos o rebaixamento, Beto bateria a cabeça no ventilador... Afff. Bom, tivemos que mudar de idéia - e outras coisinhas mais.
Apesar dos contratempos, estou muito feliz com os resultados obtidos até aqui, e não vejo a hora de poder entrar na minha casinha pronta, com os móveis que já ganhamos para começar a arrumar tudo do nosso jeitinho.
Tá certo que Beto e eu discordamos de algumas coisas, rs. Como por exemplo: eu queria muito uma parede colorida no nosso quarto. Beto ODIOU essa idéia e BATEU O PÉ!! E eu, apaziguadora, sensata e compreensiva como sou - aposto que vocês não conheciam essas minhas qualidades!! - aceitei. Assim como aceitei não pintar de verde a parede da sala, a deixar a casa toda branca - exceto e exclusivamente a parede da sala - e aceitar que a cor dessa parede seja uma cor crua, meio areia.
Mas também o convenci de que um sofá BRANCO, é lindo, eu sei, mas DÁ MUITO TRABALHO PARA LIMPAR! E como eu sei que questões domésticas geralmente sobram para a MULHER... ele topou fazer um bege acinzentado. Mas aceitou com a língua entre os dentes, que eu vi.
Bem, entre uma vontade e outra, estamos nos entendendo e aos poucos chegando sempre a um consenso.
E a cada dia me orgulho mais do que estou vivenciando: essa expectativa, a ansiedade, a espera, a descoberta do novo, os preparativos... Ai, é tão bom...

Diante disso, acabo me perguntando todos os dias: será que vai ser sempre assim?
Compreendo que cada casal é diferente do outro e que muitos não conseguem ficar juntos até o fim da vida por inúmeros motivos. Mas prefiro acreditar que ficaremos do jeito que estamos até... até.
Tudo bem, sabemos que o tempo pode transformar o relacionamento, pode torná-lo desgastado, só que eu quero pensar que podemos sim manter viva a chama do amor, mesmo depois de muitos anos juntos.
E tenho exemplos muito bons disso, como meus avós, que já estão juntos há 57 anos!!
Amor, cumplicidade, companheirismo, amizade, amor.
É esse o exemplo que quero seguir! Mesmo quando discordamos de algumas coisas, como a cor do sofá, por exemplo.

domingo, 15 de junho de 2008

Falta

Engraçado como sinto falta de algumas pessoas.
Às vezes me pego pensando em amigos que marcaram presença e, por causa da distância que a própria vida nos impõe, ficaram para trás.
Penso no quanto aceitamos e nos contentamos com uma presença virtual, marcada pela internet (orkut, msn, blogs...).
Sabe, isso costuma me deixar triste e com muitas saudades.
Nada, nada mesmo supera ou consegue se aproximar de um abraço, um sorriso amigo e até de uma bronca seguida de um olhar compreensivo e preocupado.
Sim, sinto saudades de um tempo em que eu ficava horas escrevendo uma carta, relendo para ver se não havia erros e fazendo desenhos para ilustrar minha letra desigual.
Há uns seis ou sete anos, eu e uma amiga de escola (que, apesar de a vida ter tentando nos separar, não aceitamos essa condição e procuramos nos ver, mesmo que esporadicamente), tínhamos o costume de nos comunicar por meio de cartas, mesmo morando em bairros vizinhos e estudando na mesma escola. Quando mudamos de instituição, não paramos com nosso costume e todo mês mandávamos notícias.
Como era divertido!
Certa vez combinamos que iríamos iventar pseudônimos com nomes engraçados, para parecer que recebíamos cartas de muitas pessoas, rs.
Tipo, no remetente colocávamos: Sebastião Secundo Seleto dos Santos... Maria Gerundina Gaspar... Sei lá, e nomes estranhos que ouvíamos ou investávamos.

E era tão bom ficar na expectativa por uma resposta, queríamos saber logo o que a outra havia achado do nome da vez, rsrs.
Depois houve uma época em que usávamos páginas de revistas ou jornais para fazer o envelope. Era até bonito de se ver.
Quando voltamos a estudar juntas, no ensino médio, inventamos uma lista de códigos que usávamos para escrever bilhetinhos durante a aula. Coisa de adolescente.
Tínhamos medo de os meninos lerem nossas conversas. Ai, ai...
Depois veio a era do computador.
Achamos as cartas ultrapassadas, imagina que mico!!! Ir até os Correios.. Eu hein...
Aí começamos a escrever cartinhas usando o word, o power point e colocávamos em um disquete (você ainda lembra o que é isso?) e entregávamos umas as outras.
Isso sim que era carta!!! Dava até para colocar sons, fotos, coisa de louco!!!
Aí veio a internet.
Depois criou-se os chats, o mIrc, o ICQ, o MSN...
E então, a mudança da escola para a Universidade... E mesmo cursando o mesmo curso, mas em turmas diferentes - na mesma Universidade, a Ufes, o contato foi se perdendo, a criatividade e o tempo também, e o que nos restou foi o Orkut (a melhor invenção do século para muitos) e a concretização da realidade virtual.
Grande invensão!
Tudo bem que também inventaram os Blogs (Isso sim é legal), mas a distância que a internet tem causado nas pessoas é que não me agrada.
Ahhhhhhhhhhhh, mas aí você vai dizer que se não fosse pela internet nós nunca teríamos nos conhecido... É verdade. Mas repara como essa amizade é bem virtual?
Não estou dizendo que ela é ruim, claro que não. Amo meu blog e adoro quando as pessoas fazem visitas e deixam recados, se preocupam e gostam de saber notícias minhas, e tb gosto de visitar o mundinho dos 'outros'.
Mas com a Internet deixamos de nos apegar mais aos abraços, ao tet-a-tet, olho no olho...
Ô falta!
Sim, um viva para a Internet que facilitou e MUITO a vida de muita gente, como a minha, que não precisa mais ir ao banco tirar extrato da conta bancária. Mas um pontinho de lamentação pela distância que ela nos trouxe.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bem rapidinho!!

Certa vez me disseram que quando estivesse sem inspiração, era melhor nem escrever, porque muitas vezes, na ânsia de escrever alguma coisa, acabamos escrevendo qualquer coisa, e aí, o resultado nem sempre será satisfatório.
Pois bem.
Não que eu não tenha nada para dizer. Pelo contrário. Acho que até tenho algumas coisas a dizer, mas sei que todas elas serão repetitivas, pois pouca coisa mudou desde o último post. Como nossa casa, por exemplo.
Tá certo que faltam poucas coisas. Graças a Deus, mais ainda tem alguns pequenos detalhes. E olha que faltam pouco mais de três meses para nosso casamento.
Ahhh... Assim que é bom. Pelo menos poderemos ajeitar as coisas com mais calma.
No mais, continuamos com uma certa dúvida sobre nossa lua-de-mel. Na verdade, apenas um pequeno detalhe... Estamos em dúvida entre duas pousadas. Mas isso é questão de sentar e fechar com uma das duas. Tenho certeza de que não vamos nos arrepender seja qual for nossa escolha.
As lembranças do casamento estão sendo feitas por minha mãe super-prendada-faz-tudo e já estão quase prontas. Quanto aos convidados... Bem... Ah sim! Os convites já estão em minhas mãos e já-já começarei a entregá-los. E eu estou super feliz por isso.

Bom, acho que é isso.
Até a próxima horinha de folga!