terça-feira, 31 de março de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

Às ordens

Vocês devem estar estranhando a minha ausência. Mas é que apesar de tudo, eu estou com os dias bem atarefados.
Minha mãe passou o mês de março praticamente todo doente. Fui a vários médicos com ela, fazer exames. Uma coisa de louco. E ninguém conseguiu descobrir o que ela realmente teve. Dengue? Gripe muito forte? Virose? Infecção? Vai saber. Pelo menos agora ela está bem.
Tão bem que até já viajou para comprar mais roupas. Acho que ainda não mencionei aqui que desde o início do ano estamos vendendo roupas femininas e nossa meta é montar uma loja ainda em 2009.
Pois bem, a segunda-feira foi puxada, pois ela chegou e tivemos que colocar referência e preço em todas as peças, passar para o computador e etc. Bom, pelo menos isso para encher um pouco a minha mente que está pensando besteira enquanto fica meio ociosa.
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Na semana passada, meu marido e eu realizamos o nosso primeiro sonho e nossa primeira grande conquista depois do casamento. Finalmente, conseguimos comprar nosso carro. Claro que agora eu estou ainda mais desesperada, pois raspei (literalmente) minha conta e estou ZERADA! Ainda mais que aproveitamos a minha recisão e meu FGTS para o feito.
Bem, apesar de estar quase me descabelando (não sei ficar sem dinheiro!!! Afinal, me sustento há muito tempo) não me arrependo e estamos muito felizes. Não é 0 km, mas é quase, e muito lindo!! Isso é que importa.
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No mais, se vocês souberem de alguém que esteja contratando uma jornalista com dois anos e cinco meses de experiência em TV e Jornal, que foi produtora e repórter, estou às ordens.
Não adianta torcer o nariz. Pra que serve esse negócio, se não para me autopromover também??

quarta-feira, 11 de março de 2009

Voar além

A sensação é de impotência.
Por mais que tente acreditar que tudo vai dar certo, lá no fundo, uma voz me diz o contrário.
Está na hora de mexer os meus pauzinhos.
Não quero mais ficar à deriva.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Livre!

Bom, o mistério acabaou.
Não da forma como eu gostaria, mas acabou bem.
Desde o ano passado estou à procura de outro emprego.
As coisas na Tribuna não iam bem. Principalmente porque descobri que o motivo pelo qual minha editora estava pegando no meu pé era somente, e nada mais que isso, por questões pessoais. Isso mesmo. Inveja, falsidade e mau caráter.
Os últimos cinco meses foram muito difíceis. Acordava triste por saber que teria de ir trabalhar. Ia da minha casa à empresa rezando. Pedindo a Deus que Ele me iluminasse, desse paciência, força, coragem, sabedoria e poder, para tentar, pelo menos por um dia, não fazer nada que pudesse ser motivo para ela me repreender, ou gritar para toda a redação que eu sou ruim de mote, que não quero trabalhar, que fico regulando as horas para ir embora, etc.
Bom, admito. No fim, já chegava pensando na hora de ir embora, pois só de pensar que teria que olhar na cara daquela bruxa, me arrepiava toda.
Enfim, depois de tanto tentar, ela conseguiu. Na última quarta-feira fui demitida. Coisa que eu já previa que aconteceria desde outubro, e que tinha certeza de que seria feito, após descobrir por meio de uma amiga que esse dia estava próximo.
Bom, eu cheguei a conversar com algumas pessoas, já tinha alguma coisa em vista, e é lógico que é melhor ter sido mandada embora, e receber todos oos meus direitos, do que sair sem ganhar nada. Mas, preferia já ter outro emprego quando isso acontecesse.
O que sinto agora?
Alívio, pois não preciso mais olhar na cara daquela mejera falsa e invejosa.
Tristeza, porque, acima de tudo, fiquei três anos lá. Um como estagiária e dois como produtora e repórter. Fiz planos lá. Fui contratada, promovida. Tive oportunidades, mas acabou.
Saudade, o que me dói mais. Deixei muitos e grandes amigos lá, especialmente na TV, onde aprendi a ser jornalista e onde tive mais oportunidades, onde minha opnião, pelo menos, era ouvida, mesmo que não fosse colocada em prática. Enfim, onde deixo meu coração.
Não que no impresso não tenha feito amigos. Claro que fiz. E também agradeço muito a todos eles, principalmente àqueles que me alertaram e me contaram tudo o que estava acontecendo.
Bem, o que espero para o futuro?
Sei que Deus é muito mais, e que tudo o que passei não foi por acaso. Com tudo o que vivi lá, aprendi a ser uma pessoa diferente, aprendi a dar valor às pequenas coisas da vida, aos amigos, à felicidade. Me arrependo de algumas coisas, mas não de ter saído da TV. Já disse que me arrependia uma vez, mas pensando melhor, não tenho que me arrepender do que fiz. Se fiz, é porque achei que seria melhor, e assim se fez. Talvez, faria diferente.
Sei também que algo muito bom está reservado para mim e que o caminho é longo. Mas agora estou bem mais forte para enfrentar os obstáculos que irei encontrar.
No mais, quero mesmo é aproveitar o momento para me divertir, curtir meu maridão e relaxar. Me sentir livre!