sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

CarnAleluia!

Este carnaval será mais que especial pra mim.
Será a comemoração de vitórias alcançadas com a fé.
Concedidas por Deus.
Sim, Deus.
Meio estranho juntar Deus ao carnaval, festa da carne.
Divino com Profano.
Soa estranho, pecaminoso, horroroso, agourento.
Mas por que seria pecado se somos exatamente assim: Divíno unido ao humano?
Enfim, queria dizer que este fim de semana vai ser especial porque estarei junto das pessoas que mais amo.
E, o que seria mais Divino do que o Amor? Amor que pode ser de váriass maneiras, uma delas entre duas pessoas. Carne, coração, sexo.
Deus criou o sexo. Nós é que o banalizamos.
Na verdade, não sei por que estou dizendo tudo isso.
Queria penas postar algo sobre o carnaval como faço todos os anos, e, ao mesmo tempo, dizer o quanto sou feliz porque amo a Deus. Preciso bem dizer e glorificar a Deus. E sei que posso fazer isso de várias maneiras.
É que a espiritualidade está em mim tão forte nesses últimos meses que acabo misturando algumas coisas.
Se falei bem ou certo, não sei.
Se pequei, peço a Deus que me perdoe.
Só sei que nos próximos dias vão rolar festa, cerveja e alegria.
Tudo com moderação. Tudo em louvação. À Deus, à vida.
Só não vou economizar na felicidade e na emoção.
Então,
"ou abre alas que eu quero passar"
mesmo porque

"Sonhar não custa nada
O meu sonho é tão real
Mergulhei nessa magia
Era tudo que eu queria
Para ese carnaval
Deixe a sua mente vagar
Não custa nada sonhar
Viajar nos braços do infinito
Onde tudo é mais bonito
Nesse mundo de ilusão
Transformar o sonho em realidade
E sonhar com a mocidade
E sonhar com o pé no chão

Estrela de luz
Que me conduz
Estrela que me faz sonhar

Amor, sonhe com os anjos (não se paga)
Não se paga pra sonhar
Eu sou a noite mais bela
Que encanta o teu sonho
Te alucina por te amar (amar, amar)
Vem nas estrelas do Céu
Vem na lua de mel
Vem me querer

Delírio sensual
Arco-íris de prazer
Amor, eu vou te anoitecer

Eu vejo a lua no céu
A mocidade a sorrir
De verde-e-branco na sapucaí"

Samba da Mocidade, de 1992.
Composição:
Paulinho Mocidade, Dico da Viola e Moleque Silveira